Aos poucos, Brasil chega ao comércio "justo"

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05 Dezembro 2007

A Cocamar Cooperativa Agroindustrial decidiu, há cinco anos, apostar na certificação sócio-ambiental para incrementar a rentabilidade. Neste ano, ela já fechou contratos para exportar 2 mil toneladas de suco de laranja orgânico com o selo "Fair Trade" de comércio internacional justo em 2008, o dobro do volume exportado em 2007. "A demanda está crescendo, mas esse mercado justo ainda é relativamente pequeno. Não dá para produzir 100% com esse critério", afirma Luiz Lourenço, presidente da Cocamar.
Obter o selo de comércio justo (Fair Trade) não é um processo simples. Demanda uma série de requisitos, como cultivo orgânico de alimentos, manejo do solo para evitar perdas ambientais e programas de desenvolvimento educacional para empregados. Como recompensa, países desenvolvidos como Estados Unidos, países da Europa e Japão oferecem bônus que são pagos à empresa que desenvolve os projetos e aos empregados - nesse caso, os valores são revertidos em projetos sociais.
 "No Brasil, o comércio justo ainda está na sua infância. Os dados existentes são apenas do comércio certificado, mas estima-se que o tamanho do mercado seja bem maior", diz Raissa Rositer, gerente da unidade de acesso a mercados do Sebrae. Segundo ela, a consciência sobre o consumo responsável começa a ganhar força no Brasil, o que tem estimulado empresas a investirem em programas de certificação.

(cfr. notícia do dia 05-12-07, desta página).

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