Poder das redes sociais. Arezzo retira peles exóticas das vitrinas

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18 Abril 2011

Depois de uma enxurrada de manifestações contrárias na internet, a Arezzo retirou de todas as lojas os produtos da nova coleção que utilizam peles exóticas em sua composição.

A notícia é do jornal Zero Hora, 19-04-2011.

Por meio do Twitter e do Facebook, ativistas dos direitos dos animais e simpatizantes das causas ambientais criticaram a empresa mineira, acusando a calçadista de estar na contramão da onda de sustentabilidade e de incentivar práticas de crueldade contra os animais.

De acordo com um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa da marca, as peças feitas com peles exóticas serão retiradas das lojas em respeito aos consumidores que não concordam com o uso desse material. Ainda assim, a empresa garante que as peles usadas para a confecção são certificadas e regulamentadas, cumprindo todas as exigências legais que envolvem a questão.

Ainda de acordo com a assessoria da Arezzo, mais de 80% da coleção foi produzida com couro bovino e ovino – mesclado a peles sintéticas ou raras. Desse percentual, apenas 10% seria feito com peles exóticas – a empresa diz que apenas em uma das bolsas foi usada pele de raposa. Segundo a Agência de Notícias de Direitos Animais, uma echarpe feita com o pelo do animal seria vendida por R$ 1,5 mil. Há ainda peças feitas com pele de coelho.

Em menor número, consumidores favoráveis à nova coleção também registraram suas opiniões nas redes sociais. A maioria afirma que a extração de peles é legal e que a marca ditou tendência nos lançamentos de inverno. Na nota oficial, a empresa afirma que “não é sua responsabilidade o debate de uma causa tão ampla e controversa”. Diz também que “um dos principais compromissos é oferecer as tendências de moda de forma ágil e acessível aos consumidores, amparados pelos preceitos de transparência e respeito aos clientes e valores”.

A assessoria de imprensa não informa quantas peças foram retiradas das vitrinas em todo o país e quantas já teriam sido vendidas.

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