Assassinato de uma religiosa indiana: "Uma vergonha nacional"

Revista ihu on-line

Populismo segundo Ernesto Laclau. Chave para uma democracia radical e plural

Edição: 508

Leia mais

Gênero e violência - Um debate sobre a vulnerabilidade de mulheres e LGBTs

Edição: 507

Leia mais

Os coletivos criminais e o aparato policial. A vida na periferia sob cerco

Edição: 506

Leia mais

Mais Lidos

  • ''São Romero'': papa viajará a El Salvador para canonização

    LER MAIS
  • Padre Julio Lancelotti é processado por Bolsonaro

    LER MAIS
  • Estados Unidos, as origens do novo racismo. Artigo de Nadia Urbinati

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

21 Novembro 2011

O fato de que o "vínculo profundo entre as poderosas companhias do carvão e a máquina do Estado tenha custado a preciosa vida de uma mulher que estava trabalhando para garantir os direitos básicos dos marginalizados" é uma "vergonha nacional".

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 19-11-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A afirmação é das associações seculares e cristãs que condenaram o assassinato da Irmã Valsa John, de 53 anos, a religiosa das Irmãs da Caridade de Jesus e Maria, assassinada por um grupo de cerca de 40 homens na noite do dia 15 de de novembro. Nascida em Kerala, a freira dedicava a sua vida, há 20 anos, à comunidade santal da região de Dhumka (em Jharkhand), lutando pelos seus direitos e contra as expropriações das suas terras.

"Os empresários das minas de carvão – explica o padre Cedric Prakash, jesuíta e diretor do Centro para a Justiça e a Paz Prashant, de Ahmedabad – se tornaram cada vez mais poderosos. Seus vínculos com a polícia e os políticos são vergonhosos. Ninguém tem a valentia para tocá-los. O martírio da Irmã Valsa é um alerta para todo o país e um desafio para a Igreja na Índia. O cristianismo, aqui, deve viver claramente ao lado dos pobres, dos marginalizados, dos oprimidos e dos explorados. A Igreja deve sustentá-los praticamente em suas lutas por uma sociedade mais justa e humana. É preciso demonstrar uma valentia resoluta, embora se percam privilégios. Jesus fez exatamente isso".

O jesuíta, em seguida, cita a encíclica de Bento XVI Caritas in veritate: "O amor – caritas – é uma força extraordinária, que leva as pessoas a se comprometer com coragem e generosidade no campo da justiça e da paz. É uma força que tem sua origem em Deus, Amor eterno e Verdade absoluta".

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Instituto Humanitas Unisinos - IHU - Assassinato de uma religiosa indiana: "Uma vergonha nacional"