Cardeal americano, conservador, é nomeado para a Congregação dos Bispos. Cardeal brasileiro também

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17 Dezembro 2013

Ontem, segunda-feira, o Papa Francisco nomeou o cardeal Donald Wuerl, de Washington, EUA, como membro da importante Congregação para os Bispos, ratificando Dom Wuerl como uma figura altamente influente em termos de dar forma aos compromissos dos bispos nos Estados Unidos.

Dom Wuerl foi o único americano nomeado para esta Congregação pelo pontífice, embora este também tenha confirmado como membro do organismo o cardeal William Levada, o qual deixou o cargo de prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé em 2012.

A reportagem é de John L. Allen Jr. e publicada por National Catholic Reporter, 16-12-2013. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

Da mesma forma, o Papa Francisco confirmou que a Congregação para os Bispos irá continuar sendo liderada pelo cardeal canadense Marc Ouellet, que vem ocupando o cargo desde 2010.

É de se observar que o papa não confirmou o cardeal Raymond Burke, presidente da Assinatura Apostólica – a mais alta corte do Vaticano –, como membro da Congregação para os Bispos. Normalmente visto como ocupando um lugar de destaque na ala conservadora da Igreja, Dom Burke foi nomeado, pelo Papa Bento XVI no ano de 2009, como membro desta Congregação. O atual papa também não confirmou o cardeal Justin Rigali como membro da Congregação. Este religioso deixou o cargo de arcebispo da Filadélfia em 2011.

Sob o processo do Vaticano para a escolha dos bispos, o embaixador do papa, ou o núncio apostólico, em cada país responsabiliza-se por compilar uma lista de nomes com candidatos, chamada “terna”, para as vagas na medida em que elas aparecem. Esta terna é, então, submetida à Congregação para os Bispos, cujos membros votam buscando uma listagem final que será enviada ao papa.

Embora todos os membros da Congregação votem em cada uma das nomeações, os analistas dizem que há uma tendência natural entre eles de deixar aos membros que vêm de uma parte específica do mundo decidir quando uma vaga aparece na região da qual se provêm. Portanto, os membros americanos tendem a ser particularmente influentes na definição das escolhas relativas aos EUA.

Apesar de que, em teoria, o pontífice seja livre para ignorar as recomendações, na maioria dos casos ele simplesmente pega o nome mais alto na lista dos sugeridos pela Congregação dos Bispos.

Os outros membros novos nomeados pelo Papa Francisco, na segunda-feira, são:

  • cardeal Francis Robles Ortega (de Guadalajara, México);
  • cardeal Ruben Salazar Gomez (de Bogotá, Colômbia);
  • cardeal Kurt Koch (da Suíça, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos);
  • cardeal João Braz de Aviz (do Brasil, prefeito da Congregação para os Religiosos);
  • Dom Pietro Parolin (Secretário de Estado);
  • Dom Benjamin Stella (prefeito da Congregação para o Clero);
  • Dom Lorenzo Baldisseri (secretário do Sínodo dos Bispos);
  • Dom Vincent Nichols (de Westminster, Inglaterra);
  • Dom Paolo Rabitti (da Itália, arcebispo emérito de Ferrara-Comacchio); e
  • Dom Felix Genn (de Münster, Alemanha).

O Papa Francisco também confirmou o nome dos 18 membros já existentes na Congregação. Além de Levada, o outro membro proeminente de língua inglesa a ser confirmado era o cardeal George Pell, de Sydney (Austrália).

O fato de que Dom Burke não esteve na lista pode causar estranhamento, em parte porque alguns analistas o veem como de uma linha mais agressiva do que o papa quanto às guerras culturais ocidentais.

Dom Burke concedeu recentemente uma entrevista à emissora católica americana EWTN, em que diz, por exemplo, que os comentários do Papa Francisco sugerindo que o ensino da Igreja sobre assuntos tais como o aborto e o casamento gay não precisa ser repetido, “não são, em seu todo, fáceis de interpretar”, tendo dito, nesta mesma entrevista, que “nunca podemos ter falado o suficiente” a respeito da defesa da vida humana.

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