Esse “não” a Henrique Capriles

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Por: Jonas | 31 Outubro 2013

O novo núncio apostólico na Venezuela, dom Aldo Giordano, terá que enfrentar não poucas dificuldades, quando chegar ao país, para manter abertos os canais de diálogo que seu antecessor, Pietro Parolin, hoje secretário de Estado, chegou a conquistar. Os tempos, além disso, são os que são...

 
Fonte: http://goo.gl/grCgH4  

A reportagem é de Alver Metalli, publicada por Vatican Insider, 29-10-2013. A tradução é do Cepat.

Falta pouco mais de um mês para as eleições administrativas e a tensão já começa a ser sentida. Maduro brada que haverá um golpe e criou alguns comitês para evitá-lo; a oposição insiste em que houve uma fraude eleitoral em abril. O 1,49% de diferença por meio do qual o atual presidente venceu as eleições não é reconhecido por Capriles (foto) e seus aliados, e a própria legitimidade da eleição foi questionada diante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

No dia 8 de dezembro, uma porção significativa de venezuelanos votará, novamente, para eleger os prefeitos, incluindo o de Caracas. Por este motivo, as ações em vista eleitoral se multiplicaram, tanto entre as filas do governo (basta lembrar o novo Ministério para a Suprema Felicidade Social, promovido por Maduro), como na oposição.

Henrique Capriles, que no dia 6 de novembro viajará para Roma, para se reunir com o Papa - Maduro já se encontrou com Bergoglio no último dia 17 de junho -, quer tirar o maior proveito político desta visita e pretende se tornar o correio de milhares de venezuelanos e levar suas cartas diretamente para Francisco.

Contudo, sua ideia não se realizará, ao menos não com a aprovação da Igreja venezuelana, que se negou a apoiá-la e não reunirá cartas nas igrejas, como pretendia o líder da oposição. “Muitos jovens desejam escrever ao Papa. Queremos apoiá-los para que transmitam, com um recado próprio, sua proximidade espiritual com o Santo Padre”, apontou o porta-voz da oposição (que também anunciou a campanha para mobilizar os voluntários que se ocupariam em reunir as cartas); e o correio seria o próprio Capriles.

A iniciativa “não pode acontecer, nem ser promovida nas igrejas, mas fora delas, como uma atividade independente e particular”, replicou o arcebispo de Caracas, que também explicou seu desejo que este encontro do papa “Francisco e Capriles possa ser mais um passo para o entendimento, o encontro e a reconciliação de todos os venezuelanos”.

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