As três prioridades da Igreja francesa

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13 Novembro 2014

A pobreza, a ecologia e a pastoral familiar são as grandes prioridades da Igreja francesa para o próximo ano.

A reportagem é de Dominique Greiner, publicada no jornal La Croix, 10-11-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Para concluir a sessão de outono da Conferência Episcopal Francesa (CEF), o seu presidente, Dom Georges Pontier, arcebispo de Marselha, no dia 9 de novembro, falou principalmente de três temas que as dioceses deverão abordar ao longo do próximo ano.

O primeiro é a solidariedade. O presidente da CEF recordou algumas constatações do relatório do Secours Catholique, publicado na semana passada: "Os pobres estão cada vez mais pobres", "a solidão e o isolamento os tornam cada vez menos visíveis".

Essas constatações são interpretadas por Dom Pontier como um apelo à responsabilidade coletiva. "Estamos todos envolvidos, o Estado, as coletividades territoriais, os serviços sociais, o tecido associativo e cada um de nós", reconheceu, antes de convidar as comunidades cristãs a se "renovarem nas formas de proximidade e de compromisso com os mais pobres", como regularmente o Papa Francisco convida, desejoso de ver a Igreja atenta "às novas formas de pobreza e de fragilidade".

A reflexão sobre a ecologia e a contribuição para a difusão de novos modos de vida é a segunda prioridade proposta à Igreja francesa pelo presidente dos bispos. De fato, em Paris será realizada, no fim de 2015, a próxima Conferência Internacional sobre Mudanças Climáticas, e não é impossível que o Papa Francisco escolha o mesmo período para uma viagem para a França.

Esse evento "convida a uma mobilização importante das nossas dioceses, porque ele [o papa] continua nos interpelando sobre o impacto da 'globalização da indiferença' e da 'cultura do descarte' que deixamos difundir na nossa economia e nas nossas relações sociais", afirma Dom Pontier.

"Esses desafios planetários também podem ser ocasião para uma salutar conscientização e podem se tornar oportunidades pastorais para inventar novos modos de vida", sublinhou, apontando para o estudo publicado há dois anos "Desafios ecológicos para o futuro", que convidava as comunidades cristãs a se mobilizarem e a se engajarem.

Por fim – terceira prioridade – as dioceses deverão dar continuidade à reflexão sobre a família, na perspectiva do Sínodo de outubro de 2015. "O documento divulgado pelo recente Sínodo nos convida a purificar a nossa linguagem, para que nunca seja ofensiva e a voltar a cada pessoa um olhar de esperança", disse o arcebispo de Marselha. A Igreja deve "ser uma Igreja da misericórdia e do conforto, uma Igreja que acompanha, que caminha no ritmo dos outros".

Para um compromisso de mais longo prazo, o presidente dos bispos também apontou para uma reflexão no modelo daquela que os tinha levado a publicar, em 1996, a partir do texto de Dom Claude Dagens, bispo de Angoulême, uma "Carta aos católicos da França", que contribuíra para a renovação da pastoral em inúmeras dioceses.

Na próxima sessão da primavera, os bispos dedicarão um dia de reflexão e de discernimento, acompanhados pelo padre François-Xavier Dumortier, jesuíta francês e reitor da Universidade Gregoriana, em Roma, para definir "quais caminhos privilegiar para a missão", em particular no âmbito da pastoral familiar.

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