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Por: Jonas | 11 Agosto 2014

Cresceu a tensão entre o Senado e a administração Obama a respeito da divulgação dos programas secretos de detenção e interrogatório da CIA. Os membros do Comitê de Inteligência da Câmara alta protestaram pela censura do governo atual a um relatório sobre o uso de métodos de interrogatório “brutais” da CIA, durante o governo de seu antecessor George W. Bush. Alegaram que as supressões ocultaram os fatos-chave e eliminaram a informação que se conheceu há anos, segundo informou o jornal El País de Madri. Desde que Obama assumiu, em 2009, nenhum agente foi levado à Justiça pelas torturas que praticaram a presos, suspeitos de terrorismo, após os atentados cometidos pela rede Al-Qaeda, em 2001.

A reportagem é publicada por Página/12, 07-08-2014. A tradução é do Cepat.

Há meses, o Governo trabalha com os senadores na seleção dos detalhes a ser divulgados para garantir que a segurança nacional não seja colocada em risco. O último escândalo ocorreu há quatro dias, após a finalização de um processo de divulgação em que a CIA e, posteriormente, a Casa Branca suprimiram detalhes do resumo executivo, de quase 500 páginas, que consideraram como informação sensível para a segurança nacional. Esta é a única parte do relatório de 6.300 páginas que será divulgada.

Segundo o jornal Miami Herald, a presidente do Comitê de Inteligência, a senadora democrata Dianne Feinstein, acusou a administração Obama de censurar “fatos-chave” que nutrem as principais conclusões do documento do Senado. Feinstein explicou que enviou uma carta ao presidente, na qual propõe uma série de mudanças na redação e avisou que o relatório não será divulgado até que ela considere que toda a redação é “apropriada”, o que dá a entender que sua publicação não será imediata.

Em suas declarações enviadas por correio eletrônico, quatro dos membros do comitê, entre eles a presidente Feinstein, democrata pela Califórnia, denunciaram que as supressões foram excessivas e que se ocultou informação crítica, obtida ao longo de cinco anos, que custou 40 milhões de dólares, sobre os métodos de interrogatório empregados pela CIA, durante o anterior governo de Bush.

“Depois de uma nova revisão da versão do resumo executivo, chegou-se a conclusão de que as redações eliminam ou obscurecem fatos-chave que apoiam as descobertas e as conclusões do relatório”, disse Feinstein. E acrescentou: “A Casa Branca e a comunidade de inteligência se comprometeram, com boa fé, em trabalhar nestas mudanças”.

A Casa Branca e o diretor de Inteligência Nacional, James Clapper, defenderam as eliminações, afirmando que mais de 85% do resumo executivo foi deixado intacto. Além disso, Obama voltou a qualificar como tortura as técnicas empregadas pela CIA para interrogar suspeitos e enfatizou que se passou do limite. No entanto, pediu para que se leve em conta o contexto de temor que se vivia após os atentados contra as Torres Gêmeas e o Pentágono, de setembro de 2001, para que não se julgue “com muita dureza aqueles que fizeram coisas que eram ruins”.

A CIA admitiu que alguns de seus empregados espionaram computadores reservados para os investigadores do Senado, como havia denunciado Feinstein, em março. Naquele momento, a agência havia negado isso. O relatório do Senado concluiu que as técnicas usadas pela CIA, durante a era Bush, eram muito mais severas do que se acreditava inicialmente, e que não serviram para obter informação relevante sobre atividades terroristas. Também acusou aos ex-altos cargos da agência secreta de ter enganado o Congresso, a Casa Branca e o Departamento de Justiça sobre os métodos de interrogatório dos detidos, como o submarino (afogamento simulado), que foi aplicado na prisão de Guantánamo.

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