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Por: André | 25 Julho 2014

Crises financeiras, desastres naturais e políticas públicas ineficazes podem aumentar a pobreza no mundo, ao passo que mais de 2,2 bilhões de homens e mulheres, quase um terço da humanidade, estão na pobreza ou sob o risco de cair na pobreza.

A reportagem está publicada no jornal Le Monde, 24-07-2014. A tradução é de André Langer.

É o que alarmou o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em seu relatório 2014, divulgado na quinta-feira, 24 de julho, citando especialmente os preços dos alimentos e os conflitos violentos como outras fontes agravantes da pobreza.

Entre os números mais chocantes do relatório estão os seguintes:

  • 1,2 bilhão de pessoas vivem com o equivalente a 1,25 dólar ou menos por dia;
  • 1,5 bilhão de pessoas em 91 países em desenvolvimento estão vivendo "na pobreza, com sobreposição de privações em saúde, educação e padrão de vida";
  • 800 milhões de pessoas estão sob o risco de voltar à pobreza.

Círculo vicioso

O PNUD insiste sobre o círculo vicioso que constitui a pobreza, sinônimo de desemprego, muitas vezes acompanhado por um aumento da criminalidade, da violência, do uso de drogas e dos suicídios.

E mesmo se globalmente a pobreza está caindo no mundo, o PNUD adverte contra as crescentes desigualdades, assim como contra as "vulnerabilidades estruturais" que persistem.

"Erradicar a pobreza extrema não significa apenas chegar a zero, mas permanecer neste nível. É preciso, especialmente, proteger aquelas e aqueles que são ameaçados por desastres naturais, mudanças climáticas ou choques financeiros.”

“Colocar no centro da nossa agenda de desenvolvimento a redução dessas vulnerabilidades constitui a única maneira de proporcionar que o progresso seja sustentável e duradouro. Proporcionar benefícios básicos de seguridade social para os pobres do mundo custaria menos de 2% do PIB mundial".

"Um pacote básico de proteção social é acessível desde que os países de baixa renda realoquem fundos e aumentem os recursos domésticos, juntamente com o apoio da comunidade internacional de doadores."

"A maioria dos problemas são o resultado de reformas inadequadas e de instituições ineficientes", diz Khalid Malik, principal autor do estudo, que também observa que, atualmente, as 85 pessoas mais ricas do mundo têm tanto quanto os 3,5 bilhões mais pobres.

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