Prudência do Vaticano diante da possível mediação na Venezuela

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Por: André | 03 Abril 2014

O Vaticano manifestou sua prudência diante de uma possível mediação entre o governo e a oposição na Venezuela após quase dois meses de protestos, declarou nesta terça-feira o porta-voz da Santa Sé, o padre Federico Lombardi.

A reportagem está publicada no portal Terra, 01-04-2014. A tradução é de André Langer.

O porta-voz do Papa Francisco reiterou à AFP – tal como havia declarado no sábado à imprensa local – que “a Santa Sé e o cardeal secretário de Estado Pietro Parolin, que conhece bem e gosta da Venezuela por ter sido núncio nesse país, estão dispostos e desejosos de fazer o possível para o bem e a serenidade” dos venezuelanos.

Lombardi reconheceu que o panorama nesse país sul-americano não é claro, e que por enquanto “é necessário ver melhor quais são as expectativas e as bases para desempenhar um papel útil”.

O governo venezuelano assegurou na segunda-feira que estava aberto a uma mediação do Vaticano ou da União de Nações Sul-americanas (Unasul) para iniciar um diálogo com a oposição, após quase dois meses de protestos, iniciados na cidade de San Cristóbal (oeste) e que deixaram um saldo de 40 mortos e mais de 500 feridos.

O Papa argentino, que conhece bem a situação da América Latina, nomeou em outubro como núncio na Venezuela, para suceder Parolin, um veterano diplomata, mons. Aldo Giordano, que foi Observador Permanente no Conselho da Europa em Estrasburgo.

O cardeal Jorge Urosa, arcebispo de Caracas, por sua vez, manifestou sua preocupação com a violência que sacode a Venezuela.

O Papa Francisco recebeu no Vaticano o presidente Nicolás Maduro em 17 de junho passado, com quem acordou fomentar “um diálogo sincero e constante entre a Conferência Episcopal e o Estado para o desenvolvimento de todo o país”, segundo o comunicado oficial do Vaticano.

Cinco meses depois, o Papa recebeu o líder da oposição Henrique Capriles, que solicitou ao pontífice que promova “uma saída pacífica e democrática” na Venezuela, como mediador entre todos os partidos políticos.

A hierarquia da Igreja venezuelana pede a paz entre as partes e quis deixar para trás os anos marcados pelas tensas relações com o governo do falecido ex-presidente socialista Hugo Chávez (1999-2013).

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