Patricia Sosa e Facundo Ramírez apresentaram a Missa Crioula que executarão na presença do Papa

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Por: André | 12 Dezembro 2014

O Papa Francisco saudou o grupo argentino ao término da audiência geral da última quarta-feira, dia 10 de dezembro. “Foi comovente”, concordaram em afirmar mais tarde Sosa e Ramírez.

A reportagem é de Elisabetta Piqué e publicada no jornal argentino La Nación, 10-12-2014. A tradução é de André Langer.

 
Fonte: http://bit.ly/1whwI0T  

“Vão tocar ou vão desafinar?” Com seu habitual senso de humor, com esta frase Francisco saudou, nesta quarta-feira a cantora Patricia Sosa, o compositor Facundo Ramírez, filho do célebre Ariel Ramírez, e os outros músicos que, nesta sexta-feira, interpretarão, em seu cinquentenário, a Missa Crioula na Basílica de São Pedro.

O Papa saudou o grupo argentino ao término da audiência geral. “Foi comovente”, concordaram em afirmar mais tarde Sosa e Ramírez, que foram protagonistas de uma coletiva de imprensa na qual foi apresentado o evento desta sexta-feira, que coincide com a solenidade da Virgem de Guadalupe, padroeira da América Latina.

Ramírez, filho do autor da Missa Crioula e outros clássicos argentinos, contou que quando o Papa o saudou, lhe disse: “era um grande, o teu pai, e um místico”. A Patricia Sosa, com muito humor, perguntou: “Você faz como a outra cantora que tinha seu sobrenome (Mercedes Sosa), que antes de entrar no palco tomava um copo de vinho?” “A ela fazia tão bem”, brincou, após a resposta negativa de Sosa.

Na coletiva de imprensa, que aconteceu em um salão da Rádio Vaticano, o professor Guzmán Carriquiry, secretário encarregado da vice-presidência do Pontifício Conselho para a América Latina (CAL), destacou que embora não seja a primeira vez que a Missa Crioula é cantada no Vaticano, esta sexta-feira será um evento de grande importância, porque será a primeira vez com a presença do primeiro Papa latino-americano.

Carriquiry, que é uruguaio, recordou que Ariel Ramírez, em 1967, entregou ao beato Paulo VI sua obra, que foi interpretada em 1988 no Salão de Audiências Paulo VI por José Carreras em um ato beneficente. E que foi interpretada novamente no dia 12 de dezembro de 2011 na Basílica de São Pedro, em uma celebração eucarística presidida pelo Bento XVI, que, ao final da mesma, se disse “impressionado com a intensidade religiosa” dessa música folclórica com tambores e outros instrumentos de percussão tão pouco comuns nesse lugar.

Nesta sexta-feira, a missa – “que não é um concerto”, destacou Carriquiry – será concelebrada por 750 sacerdotes, a maioria latino-americanos que moram ou estudam em Roma, e cinco cardeais do continente americano: o mexicano Norberto Carrera, o brasileiro Raymundo Damasceno Assis, o chileno Francisco Errázuriz, o canadense Marc Ouellet e o estadunidense Sean O’Malley.

Participaram da conferência também o novo embaixador argentino na Santa Sé, Eduardo Valdés, recém-chegado a esta capital, e a ministra da Cultura, Teresa Parodi, e o secretário de Culto, Guillermo Oliveri, que viajaram junto com uma grande delegação de artistas.

Todos eles destacaram a especial colaboração da presidenta Cristina Kirchner para que fosse possível que tantos músicos, assim como a produção, pudessem chegar até o Vaticano para um evento considerado histórico. “A Presidenta me encarregou especialmente para produzir este fato importante para a cultura argentina e latino-americana, cuidando de todos os detalhes”, disse Parodi, que, como os demais, expressou sua gratidão ao Santo Padre e não ocultou sua profunda emoção.

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