Papa convida trabalhadores do Vaticano para viajar com ele

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Por: Caroline | 11 Agosto 2014

O Papa Francisco decidiu que em cada uma de suas viagens apostólicas internacionais levará ao menos um trabalhador do Vaticano, de médio ou baixo cargo, que irá acompanhá-lo como parte de sua comitiva no avião papal.

A reportagem é publicada por El Informador, 07-08-2014. A tradução é do Cepat.

Fonte: http://goo.gl/C1bqK9

Assim revelou nesta quinta-feira o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, durante a apresentação da próxima visita apostólica do bispo de Roma a Coréia, que será realizada entre os próximos dias 13 e 19 de agosto.

O jesuíta explicou que se trata de uma iniciativa pessoal de Jorge Mario Bergoglio, que levará ao país asiático um empregado da Central Telefônica do Vaticano, que acompanhará o Pontífice em todas as suas atividades e terá um tratamento especial.

Esclareceu que o sortudo trabalhador não foi selecionado por concurso ou por rendimento de trabalho, mas sua escolha ocorreu através do próprio Francisco.

“Não é um processo complexo, é um gesto simbólico, muito bonito e simpático. O Papa expressou este desejo àqueles que organizam suas viagens os quais, eu acredito, não tenham tido dificuldade de propor os candidatos. Se há muitas viagens internacionais, o Papa oferecerá esta possibilidade a muitas pessoas”, acrescentou Lombardi.

Apontou que outros trabalhadores também participaram em viagens internacionais anteriores, como ao Brasil em julho de 2013 e para o Oriente Médio em maio do ano passado.

Este reduzido grupo de pessoas que formam a comitiva do líder católico é conhecido como o "séquito papal". Normalmente é composto por cardeais e eclesiásticos além de outros colaboradores dedicados a logística para a atenção do Pontífice.

“O trabalhador não tem um papel específico no séquito, apenas acompanha o Papa”, explicou Lombardi.

Durante a viagem à Coréia na próxima semana, Francisco realizará diversos encontros com jovens, com líderes políticos e religiosos, além de outros integrantes da Igreja católica não apenas no país, mas também em outras nações da Ásia.

O porta-voz papal recordou que já se passaram 15 anos desde a última vez que um Papa visitou o Continente Asiático. Em 1999 João Paulo II esteve na Índia.

O próprio Karol Wojtyla foi o único Pontífice que pisou em solo coreano, em 1984 com o motivo do segundo centenário do primeiro batismo no país em 1989, para participar no Congresso Eucarístico Internacional.

“É um país dividido onde, na verdade, governa um armistício e não há paz. Trata-se de uma área quente do planeta, onde existem tensões. Viajar para a Coréia e rezar pela paz não apenas na península, mas também no mundo inteiro já é um fato extremamente significativo”, indicou Lombardi.

Revelou que os organizadores da visita convidaram alguns católicos da Coreia do Norte para assistir algumas das missas massivas do Papa, mas as autoridades do Pyongyang indicaram que isso não será possível “por várias razões”, mesmo que não tenham revelado quais.

“Não foi levado em consideração um gesto na fronteira entre a Coreia do Norte e do Sul, como o que o teve na Terra Santa, quando rezou no muro que divide Israel e Palestina. Mesmo que pouco provável, sabemos que Francisco gosta de surpreender”, ponderou.

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