Eliminar desmate ilegal só em 2030 é meta ‘fora da realidade’, diz professor

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23 Setembro 2015

O cientista político Eduardo Viola, professor titular de relações internacionais da UnB (Universidade de Brasília), afirmou em sua palestra sobre o papel do Brasil na Conferência de Paris (COP 21), realizada no Fórum Desmatamento Zero, organizado pela Folha com patrocínio da Clua (Climate and Land Use Alliance), que o posicionamento do país de se comprometer em acabar com o desmatamento ilegal só em 2030 é “fora da realidade”.

A reportagem foi publicada por Folha de S. Paulo e reproduzida por Amazonia, 22-09-2015.

“Pensar que só em 2030 o Brasil vai acabar com o desmatamento ilegal é fora da realidade em um momento em que a sociedade brasileira demanda por mais justiça”, disse Viola, citando como exemplo o apoio popular à operação Lava Jato.

A meta de chegar ao desmatamento ilegal zero em 2030 foi estabelecida pela presidente Dilma Rousseff em julho, durante visita aos EUA.

Viola também vê com pessimismo a possibilidade de se chegar a um acordo efetivo pela redução das emissões de gases do efeito estufa na Conferência de Paris, que será realizada nos dias 7 e 8 de dezembro.

Segundo ele, entre os quatro grandes atores globais desse cenário, apenas a Europa está comprometida com uma redução real das emissões para evitar o aquecimento global. EUA, China e Índia têm metas insuficientes para evitar um desastre ambiental.

Ao mesmo tempo, mesmo que se chegasse a um acordo, não seriam impostas sanções aos países que descumprissem esse tratado, tornando as metas de redução voluntárias.

“Os acordos do clima não têm dentes. Por isso, mesmo se houver um acordo, será um acordo político voluntário”, disse.

Viola avalia que o Brasil pouco pode fazer por um acordo, por ter perdido credibilidade no cenário internacional. Para o professor, a Conferência de Paris não deve ser um ponto de ruptura para o abandono das políticas de alto carbono, mas apenas a reafirmação de que os países precisam evitar um aumento da temperatura global.

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