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Por: Jonas | 06 Julho 2015

“A demanda eclesial que permeia o Instrumentum laboris é a de um Povo de Deus que quer acabar com as exclusões e integrar todas as pessoas à eucaristia”, escreve Jorge Costadoat, teólogo jesuíta, chileno, em seu blog Cristianismo en construcción, 02-07-2015. A tradução é do Cepat.

Eis o artigo.

Houve comentários negativos sobre o Instrumentum laboris. Concordo com a impressão de uma certa pobreza e, em alguns pontos, de um franco retrocesso. No entanto, também há aspectos positivos. Gostaria destacá-los.

O documento tem a marca pastoral do Papa Francisco. Os redatores parecem claramente influenciados pela solicitação do Papa pelas pessoas concretas, por sua situação de vida particular e pela necessária atenção às circunstâncias que os agentes pastorais, desde bispos a catequistas, precisam considerar no momento de desempenhar sua missão. O tom, o modo respeitoso e compreensivo, a forma, poderíamos dizer, prognostica que no momento de definir os conteúdos a Igreja avance. Aconteceu assim no Vaticano II. Um estilo dialogante pode conduzir a aprendizagens significativas.

Mais importante ainda é que, nos textos, novamente se recomenda certo giro doutrinal em favor do respeito pelas decisões livres e conscientes das pessoas no momento de orientar sua vida sexual, afetiva e familiar. Os pontos de partida, o lugar em que de fato as pessoas se encontram, não são menos importantes do que o ideal que a Igreja lhes apresenta. Poderia ser dito muito mais a respeito deste assunto tão complexo. Porém, a título de exemplo, a doutrina da Humanae vitae, ainda que se mantenha, é nos repetido que deve ser interpretada pela consciência. Alguém pode pensar que isto é pouco. Porém, a mudança na ênfase pode chegar a ser decisiva.

Felizmente, o documento é inovador no assunto mais complexo e mais importante. Caso sejam lidas com atenção as seções correspondentes (120-123), deparamo-nos com a oferta de antecedentes plurais para dar ou negar a comunhão aos divorciados em segunda união. Desse modo, prepara-se melhor a reunião do Sínodo do próximo mês de outubro. A novidade, no entanto, não está em recordar o documento do Cardeal Ratzinger sobre esta matéria ou o do Pontífice Conselho para Textos Legislativos. Certamente, estes precisam ser bem observados. Porém, a demanda eclesial que permeia o Instrumentum laboris é a de um Povo de Deus que quer acabar com as exclusões e integrar todas as pessoas à eucaristia. Cito o texto principal:

“De muitas partes se pede que a atenção e acompanhamento dos divorciados em segunda união civilmente se orientem para uma sempre maior integração na vida da comunidade cristã, levando em consideração o ponto de partida das diversidades de situações. Mesmo mantendo firmes as sugestões de Familiaris Consortio 84, faz-se necessário repensar as formas de exclusão atualmente praticadas no campo litúrgico-pastoral, no educativo e no caritativo. Desde o momento em que estes fiéis não estão fora da Igreja, propõe-se refletir sobre a oportunidade de fazer cair estas exclusões. Além do mais, sempre para favorecer uma maior integração deles na comunidade cristã, e dado o papel insubstituível dos pais, é necessária uma atenção específica aos seus filhos em razão do preeminente interesse dos menores” (121).

O texto aponta a absorção de posturas teológicas como a da Igreja alemã (cf. o notável Dossiê alemão, www.centromanuellarrain.uc.cl). Não se trata de oferecer a comunhão aos divorciados em segunda união como se nada tivesse acontecido. É preciso apresentar condições objetivas e regulamentar uma readmissão (122-123). Não só porque a seriedade da vida cristã deve ser reconhecida publicamente, mas também porque é necessário cuidar das próprias pessoas que fracassaram em sua vida. Elas precisam ser ajudadas para que façam um processo de autêntico crescimento humano.

Considero que este delineamento representa um avanço em relação ao Instrumentum laboris anterior (2014), da Relatio final e, inclusive, da Relatio prévia, lembrada como a mais audaz.

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