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18 Outubro 2016

COLOMBIA: El obispo de la diócesis local, Felipe Arizmendi Esquivel, afirmó que la propuesta del Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZLN) y del Congreso Nacional Indígena (CNI), de postular a una indígena como candidata independiente a la presidencia de la República en 2018, “es un giro histórico, digno de ser resaltado y comentado, porque marca un camino legal e institucional para luchar por un cambio de rumbo en nuestra patria”.

El reportaje es de Elio Henríquez, publicado por La Jornada, 16-10-2016.

Agregó que “la sola crítica al sistema y a los partidos no basta para lograr un cambio; es necesario ofrecer alternativas que tengan sustento en una capacidad de cambiar muchas cosas que están mal, con el apoyo electoral de quienes están inconformes y quieren otro rumbo en la economía y en la política”.

En un comunicado, señaló que le causó “una grata sorpresa la decisión” tomada por el EZLN y el CNI, pues “ya no es la lucha armada, ni sólo desahogos verbales y viscerales, sino una propuesta digna de ser tomada en cuenta”.

Expresó que “por más de 50 años, Colombia ha sufrido las guerrillas de diversos tipos. Ahora, con los acuerdos de paz suscritos en La Habana, las Fuerzas Armadas de Colombia (FARC) y el gobierno demuestran que el camino de las armas no trae más que muertes y destrucción de la sociedad”.

Agregó: “Celebro con aprecio, por ello, que el EZLN y el CNI hayan optado por convertirse en una alternativa pacífica y legal, desde abajo y desde la izquierda, como dicen, para cambiar este país”.

Dijo que “hay otras alternativas y opciones, también de los partidos y de la sociedad civil, para que cada quien apoye la que le parezca más conveniente”.

Arizmendi Esquivel mencionó que el obispo de Saltillo, Coahuila, Raúl Vera López, “promueve una nueva Constituyente, que es válida también, aunque hay que advertir que lo hace a título personal, no en nombre de la Iglesia, ni del episcopado mexicano”, pues “nunca nos ha consultado en la asamblea episcopal al respecto”.

Destacó que, “cada quien es libre de adherirse a esa propuesta o a otras igualmente legítimas, pero no se puede usar a la Iglesia para una propuesta electoral determinada”.

Expuso que la diócesis de San Cristóbal, alguna parroquia en particular, un grupo, movimiento u organización eclesial, “no pueden asumir ésta u otra propuesta electoral como si fuera de la Iglesia”.

Subrayó: “Cada quien es libre de optar por su preferencia, pero no a usar a la Iglesia con fines electorales. Cuando surgió el EZLN (en 1994) en el territorio de nuestra diócesis, no era una opción de la misma, sino decisión de quienes optaron por esa organización. Estos deslindes deben ser claros y oportunos”.

Afirmó que, “como obispo, puedo tener mis opciones personales, pero nunca usar mi servicio para una campaña electoral. Que Dios nos ilumine, ahora que los preparativos para las elecciones, tanto nacionales como estatales, están ya en plena efervescencia. Que haya mucha participación, consciente y libre, para el bien de todos”.

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