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19 Agosto 2016

El récord refiere a la cifra de trabajadores que la Superintendencia Regional de Trabajo y Empleo de Río de Janeiro (SRTE/RJ) encontró en situación irregular en los Juegos Olímpicos que se están celebrando en esa ciudad.

El reportaje es publicado por Informes Especiales, 17-08-2016. 

Entre los problemas detectados se encuentran jornadas agotadoras, falta de locales para comer y descansar, comedores inadecuados, incumplimiento de la pausa para el descanso y alimentación y falta de registro de entrada y salida al trabajo.

Marcio Guerra, jefe de inspectores del SRTE/RJ manifestó que también se está analizando el tipo de contrato realizado con estos trabajadores y que dependiendo de la documentación solicitada a las empresas y al Comité Olímpico, la situación de las compañías infractoras puede empeorar.

Según Guerra, los trabajadores estaban al servicio de dos empresas de la alimentación (cuyo nombre no mencionó) que suministran la mayor parte de las comidas servidas en el evento.

La primera medida adoptada por el Ministerio del Trabajo fue exigir la regularización de las condiciones de trabajo, entre ellas acceso de los trabajadores a los comedores, disponibilidad de agua potable, suministro de alimentación adecuada dos veces al día y jornada de ocho horas diarias de trabajo con un máximo de dos horas extraordinarias.

“Todavía no finalizamos las actuaciones, pues es necesario levantar un acta de infracción por cada trabajador en situación irregular.

Cuando terminemos tendremos el número exacto de trabajadores afectados que seguramente será mayor, y el de las actuaciones y multas aplicadas”, explica Guerra.

Algunas de las empresas de la alimentación registradas en estos Juegos Olímpicos son McDonald’s, BRF (Sadia y Qualy) y JBS (Friboi).

Todas ellas con entrenamiento y antecedentes suficientes como para lograr la mencionada hazaña.

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