Disciplina, harmonia e equilíbrio: as religiões chinesas e a construção da paz. Entrevista especial com Adriano Jagmin D’Ávila

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03 Setembro 2009

"O fanatismo (religioso) existe porque faz as pessoas verem o que não há de comum, e aí surgem as divergências e as intolerâncias. Isto é uma grande contribuição do espírito chinês e do espírito confucionista: fazer as pessoas ponderarem que podem ser mais sábias, e assim estarão em paz. E estando em paz, suas famílias, sua sociedade e seus países estarão em paz”, afirma Adriano Jagmin D’Ávila, em entrevista, por telefone, à IHU On-Line. Na conversa, D’ Ávila fala sobre as contribuições das religiões chinesas para uma ética mundial, proposta pelo teólogo suíço Hans Küng, e traça um histórico das filosofias milenares: o Confucionismo, o Taoísmo e o Budismo Chinês.

Ele trata das propostas filosóficas trazidas por Lao Tsé e das relações entre as religiões chinesas e as artes marciais. “Não tem como a gente estudar histórica e culturalmente o próprio aprofundamento das artes marciais chinesas sem se coloque o viés o religioso”, comentou.

Adriano Jagmin D’Ávila é formado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e treina artes marciais desde os 11 anos de idade. É mestre em artes marciais chinesas como Qi Gong e Tai Chi Chuan, tendo viajado diversas vezes para a China para compeltar sua formação. É também mestre e diretor do Centro Cultural Tao, em Porto Alegre.

Ele estará presente nesta sexta-feira, 04, no programa "Religiões do Mundo", abordando a tradição religiosa da China e a Ética Mundial. O evento ocorre das 16h às 18h, na Sala 1G119 da Unisinos.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Considerando o atual pluralismo religioso e cultural, quais são as principais contribuições que as religiões chinesas podem oferecer para uma ética mundial?


Adriano D’Ávila – Poderíamos colocar duas contribuições principais, que já existem na realidade.  A questão de organização de uma sociedade fazendo o indivíduo se colocar sempre no lugar do outro aquilo que no cristianismo se reforçou muito –, do pensar no outro, na medida em que se vai tomar uma atitude. Confúcio, 500 anos a.C., veio chamar a atenção das pessoas para essa responsabilidade, e é claro que essa responsabilidade também foi enjambrando outras coisas. Como tudo que surge da alma humana tem aspectos positivos e negativos, vão sobressair, se em harmonia, mais aspectos positivos e, se em desarmonia, negativos.  O confucionismo reforçou muito isso e, até hoje, está presente em uma série de sociedades. E por que não dizer na nossa também, já que as coisas se permeiam na medida em que o mundo vai avançando nas relações da sociedade. Outro aspecto seria a questão do taoísmo, de fazer o ser humano ser mais observador dele próprio, também das coisas em torno dele, começando nele mesmo. Na realidade o confucionismo também faz isso, trazendo a responsabilidade de cada coisa que aconteça na vida da pessoa, que ela pare para pensar o porquê de isso ter acontecido.

Essas duas religiões, ou pseudo-religiões, ou, como alguns colocam, filosofias chinesas tendem a contribuir cada vez mais para que a alma humana consiga encontrar um equilíbrio maior nas suas relações, primeiramente consigo e, consequentemente, com o outro. Existe um ditado confucionista que diz assim: "Se você quer mudar a sociedade, comece a querer mudar o Estado. Mas antes de mudar o Estado mude a cidade. Antes mudar a cidade, mude a aldeia. Antes de mudar a aldeia, mude a família.  E, antes de mudar a família, mude o indivíduo".  A consequência vai sendo da menor partícula. Mudar a maior é muito mais complexo. Isso nos traz a questão da responsabilidade de cada indivíduo perante cada coisa que vai acontecendo.

É claro que todo o confucionismo vai reforçando muito um aspecto de época, em que se tem de cumprir os ritos. Todas as sociedades têm seus ritos, e isso às vezes entra no aspecto do negativo, pois se você ficar só nisso, você esquece que o ser humano é humano. Há sociedades que criam ritos que ferem a alma humana, fazem que as pessoas fiquem engessadas em certos dogmas, princípios, regras e leis. Isso foi, na minha opinião, a própria autocrítica que Confúcio, já morrendo, colocou. Ele colocou muitas coisas, talvez as pessoas não tenham entendido exatamente a proposta dele. Os ritos são importantes, mas importante também é o ser humano continuar sendo ser humano.

IHU On-Line – Como foi sua aproximação às religiões chinesas?

Adriano D’Ávila – Na verdade, a aproximação foi uma conseqüência do próprio treino da arte marcial. Toda  arte marcial é, por si só, um caminho. E, dentro desse caminho, você tem que vivenciar as distâncias que foram permeando a cultura chinesa, na qual se incluem, em ordem: o taoísmo, o confucionismo e junto o budismo chinês. Na realidade, a cultura chinesa se apropria daquilo que vem de fora, quando não faladas as coisas que vem de dentro. Portanto, o confucionismo e o taoísmo são práticas que iniciaram dentro da China. O budismo tem sua origem na Índia, mas o espírito chinês permeou esse budismo, e criou-se uma forma diferenciada, tanto é que essa forma influenciou todo o budismo japonês e também o budismo tibetano, tão em voga hoje em dia por uma série de pessoas. A influência chinesa aí foi muito importante.

A minha aproximação se deu na medida em que eu fui, há mais de 25 anos, me aproximando da cultura chinesa via artes marciais chinesas. Antes eu tinha feito, desde os 11 anos de idade, as artes marciais japonesas, que também sofreram essa influência. Em toda arte marcial, existem princípios bem claros relativos ao confucionismo, da responsabilidade que mora em você e perante você, a escola, o professor, a família e o próprio estado, o que chamam muitas vezes de pátria, os credos que se tem e o respeito em relação a eles, que vão se reforçando. Você não cultua o corpo. Cultua-se a mente para que, no plano da mente, se possa melhor cultuar seu corpo e seu espírito.

Depois a própria universidade de história me ajudou muito. Fiz todas as cadeiras que havia, apesar de ter me formado em história, na área de filosofia oriental, que eram oportunizadas como um complemento. Eu fiz e achei interessante me aprofundar e trazer para os colegas o que era vivenciado dentro da minha busca e caminho nas artes marciais chinesas. Confirmei isso nas cinco viagens que fiz à China e no contato constante para tentar entender mais essa alma chinesa, através do contato com os mestres, não só no Brasil, mas também na China.

IHU On-Line – Qual é a relação das artes marciais com as religiões chinesas?

Adriano D’Ávila – Total. Não é possível estudar histórica e culturalmente o próprio aprofundamento das artes marciais chinesas sem que se coloque o viés o religioso. Por exemplo, normal e genericamente, dividem-se as artes marciais em internas e externas. Hoje, as externas sofreram uma influência enorme dos templos budistas chineses. Elas têm a sua origem no templo de Shaolin, que era um templo budista. E as artes marciais internas, na qual se incluiria o Tai Chi Chuan, o Pa Kua e muitas outras,  sofreram uma influência muito grande das artes marciais taoístas, que tem a corrente que chamamos de Vudã, nome de uma montanha sagrada na China, cuja região sofreu uma influência muito grande das práticas taoístas. É claro que não podemos esquecer que existem minorias na China, e muitas delas são muçulmanas que professam também as artes marciais, com uma influência muçulmana maior, mas também com uma influência budista e taoísta.

IHU On-Line – Qual é o caminho proposto Lao Tsé?

Adriano D’Ávila – O caminho proposto por ele é, acima de tudo, observar. Acima de tudo, o ser humano se coloca como observador de si próprio. Todo o taoísmo tem duas vertentes. Uma que é mais filosófica e não muito religiosa, pois busca uma liberdade também com relação a isso, já que não se instituem dogmas que seria o Tao-chia, aquele professado por Lao Tsé.  Depois, com a influência budista e uma tentativa de se contrapor ao movimento budista que surgia na China, se sistematizou e se criou outro caminho, o Tao-chiao, o taoísmo enquanto religião. Como um contraponto à religião budista, surgiu esse taoísmo religioso. Mas Lao Tsé não tem nada a ver com religião. Há controvérsias se ele escreveu real e historicamente o livro "Tao Te Ching". Com certeza, houve influência por parte dele, mas também é controversa sua existência.

Na China e para muitas outras pessoas que estudam profundamente o tema, o que é unânime é que antes de Lao Tsé já existiam entidades esotéricas que reforçavam a responsabilidade do ser humano perante o conjunto da sociedade, da humanidade e de todo o planeta. De certa forma, uma consciência ecológica que já existia há mais de três mil anos.

Falei da questão da observação, pois é preciso se colocar como um observador constantemente, para que não se interfira em uma lei maior, que se fala no taoísmo. Se você pertencer ao Tao, não terá o que temer. O que se fala muito é na palavra “Não-ação”, que não é o não fazer nada. É o não interagir com as coisas que devem estar em harmonia, e, conseguindo estar nessa harmonia, não se interfere no fator externo, nem no interno presente em mim.

IHU On-Line – Como os aspectos religiosos e espirituais se manifestam a partir da cultura chinesa?

Adriano D’Ávila –
Uma coisa que nunca deixou de existir, independente de ter surgido antes de surgir o taoísmo, o confucionismo e o budismo, é o xamanismo e o culto aos antepassados. Estes continuam existindo, inclusive estão presentes em muitas escolas de artes marciais. Qual é o antepassado que é comum a todos em uma escola de artes marciais? O mestre que já faleceu, o tio, o avô, o bisavô, pois toda a estrutura chinesa é de veneração dos antepassados. A base de toda a estrutura, não só na cultura chinesa de hoje, mas também no passado e também em todas as manifestações, nas quais se incluem as artes marciais, é a família. É tão forte que a revolução cultural tentou solapar isso, colocando pai contra filho, filho contra pai, fazendo com que se acusassem muitas vezes uns aos outros, e não conseguiu.

No momento em que, na China, deixar de existir alguns preceitos de responsabilidade filial, provavelmente deixa de existir uma série de coisas. Isso reforça – os chineses são muito confucionistas – esse espírito de doação para um conjunto maior que é a evolução da própria China. Conseguimos vislumbrar na China que, mesmo não acreditando teoricamente em uma religião, eles continuam cultuando os antepassados, a responsabilidade filial e o culto à pátria. O xamanismo está presente e foi processado de uma forma diferente com o advento, em 1949, de um poder estatal através do Partido Comunista Chinês. Instrumentalizou-se todo um arcabouço já muito presente na China, transportando-o para o partido. Isso eles fizeram muito bem, tanto é que até hoje existe, apesar de uma dispersão, uma crença no partido, no Estado, pois este está dando o que as pessoas querem.

IHU On-Line – Em traços gerais, quais são os pontos centrais do confucionismo e do taoísmo?

Adriano D’Ávila –
Pontos centrais do confucionismo: a questão da responsabilidade individual, seguir os ritos. No confucionismo, o xamanismo é muito presente, portanto tem que se cumprir o rito, independente de se gostar ou não. Assume-se uma responsabilidade de cumprir esses ritos, pois, se eles não forem cumpridos, as coisas começam a dar errado. Existe uma linha de hierarquia presente no arcabouço chinês – e não só no confucionista –, de que existe a energia do céu, em que o processo se dá em Deus, e dos mortos, e uma responsabilidade perante eles. Eu devo cumprir esses ritos e também cumprir com um processo presente no planeta, na sociedade daquela época e nesta, de conseguir ser o mais disciplinado mentalmente possível, tendo uma postura moral e ética precisa, colocando-me no lugar das pessoas e da própria sociedade, cumprindo meu papel ali. Reforça-se muito isso na filosofia e na religião confucionista.

Na questão do taoísmo temos que levantar as duas vias do taoísmo: o taoísmo religioso e o filosófico. O religioso reforçou esses aspectos de mistura com o budismo hindu e com o chinês. Com o xamanismo, ele ficou muito diferenciado daquilo que Lao Tsé e seus pupilos levantaram em um primeiro momento. Nessa via, existe também a mesma responsabilidade presente no confucionismo, só que se executam mais os ritos. Há uma série de dogmas, de ritos, de deuses, de semideuses e de santos presentes no taoísmo religioso, que chamamos de taoísmo Tao-chiao. Já estes não estão presentes no culto do confucionismo, pois seu culto é um culto familiar. Eu cultuo a minha família, você cultua a sua, e cada pessoa no planeta vai cultuar sua família. No taoísmo, isso continua existindo, mas cria-se uma hierarquia maior de imortais taoístas presentes, na qual estão Lao Tsé e uma série de outros. E temos já no taoísmo não-religioso, na minha opinião, uma ecologia humana e um senso de responsabilidade que cabe muito no momento que estamos vivendo no planeta, de tentar mudar de uma forma harmônica, de ouvir o que a natureza está colocando, de ouvir as pessoas, de tentar entender o que são essas epidemias e doenças que estão ressurgindo e as que estão aparecendo, catástrofes, e de tentar entender esse processo através da corresponsabilidade.

Temos também o budismo chinês, que influenciou e influencia muito ainda, não só na China. O budismo tibetano e o budismo presente no Japão são filhos desse budismo chinês. A influência que a cultura japonesa sofreu da cultura chinesa é enorme. De tudo aquilo que se tem hoje em dia no Japão, a "mãe" ou o "pai" estão presentes na China.

IHU On-Line – Para Hans Küng, que propõe uma Ética Mundial, há um princípio que pode ser encontrado em muitas tradições religiosas e éticas da humanidade, que seria a famosa "Regra de ouro". O senhor também considera que esta deve ser um principio incondicional entre as nações e religiões para a construção da paz?

Adriano D’Ávila –
Com certeza. Na medida em que se aprende a se colocar no lugar de outrem, a ver o que há de comum entre todos os indivíduos, entre todas as sociedades, entre todas as nações, não há como não existir paz. O próprio vídeo [documentário que será exibido no programa "Religiões do Mundo"] reforça isso dando o exemplo de Cingapura, onde convivem diversas culturas, mas onde não há uma tolerância religiosa: há um equilíbrio desse processo. Não se tolera ali: compreende-se e aceita-se. E isso é graças a esse espírito confucionista muito preciso naquela cultura. Apesar de ser uma cidade-Estado, e pequena, ela consegue ingerir esse monte de diversidades, onde se incluem ocidentais, chineses, malásios, hindus e outras pequenas minorias. Claro que o que é criticado por uma série de outras pessoas é que as regras que são impostas são muito firmes e precisas. Mas será que às vezes não precisa ser assim para que haja organização? Eles não permitem que haja tolerância. Aceita-se o que o outro está pensando de diferente. E, se formos pensar, isso já existia em algumas culturas no passado, porque mesmo impérios, como o Romano, aceitavam as religiões dos povos, desde que aceitassem o poder político e militar. Claro que vivemos em um outro mundo, onde nem isso é permitido. Temos que analisar o que temos em comum.

Em geral o fanatismo existe porque faz as pessoas verem o que não há de comum, e surgem as divergências e as intolerâncias. Esta é uma grande contribuição do espírito chinês e do espírito confucionista: fazer as pessoas ponderarem que podem ser mais sábias, e assim estarão em paz. E estando em paz, suas famílias, sua sociedade e seus países estarão em paz. Toda a religião tem isso. Interessante é que, se estudarmos o islamismo, o judaísmo, ou o cristianismo, essas religiões trouxeram justamente essa mesma mensagem, mas muitas vezes se esquece disso. Os seguidores veem o que não se tem em comum.

IHU On-Line – Como o senhor considera a relação das religiões e das filosofias chinesas no nosso contexto cultural ocidental e brasileiro?

Adriano D’Ávila –
Essas práticas surgiram na China, dentro de um espírito e de uma idéia distinguidos lá e que são parecidas aqui. Para compreender, exatamente, o espírito chinês, é preciso fazer uma tradução dele para que se possa aplicá-lo aqui. Para eu ser um bom brasileiro, não tenho que ser um chinês. Não devo seguir ritos chineses se eu moro no Brasil. Eu posso acompanhar meus ritos daqui mesmo. Até porque temos uma diversidade cultural muito grande, em que pessoas que vieram da Alemanha, da Itália, professam religiões diferentes, o que, na minha opinião, tem mais a haver com a nossa realidade aqui do que a chinesa. O confucionismo é aplicado para qualquer ser humano, independente de ele seguir ou não uma determinada religião, assim como o taoísmo. Se formos aplicar toda essa riqueza e sabedoria oriental presentes nessas religiões ou filosofias, elas se encaixam em qualquer culto, em qualquer tempo e para qualquer mentor de qualquer religião. Coloco para os meus alunos o seguinte: vocês, ao acompanhar e compreender essa realidade presente no taoísmo e no confucionismo, conseguirão professar aquilo que vocês acreditam de uma forma muito mais profunda, plena, disciplinada e mais sábia.

Toda a religião oriental, independente de ser chinesa, procura disciplinar muito a mente das pessoas, para que elas possam seguir mais fielmente aquilo que é proposto por suas religiões ou filosofias, mas de uma forma muito harmônica.  Uma pessoa que prega o equilíbrio mental, terá suas ações em equilíbrio também. A contribuição dessas práticas para o mundo e, especificamente, para o Brasil, é fazer com que a sociedade brasileira possa dar um salto quântico para, podendo se observar, saber que tem uma série de valores que podem somar no beneficio, não só do próprio país, como da própria humanidade. Muitas vezes não vemos isso. Os outros povos conseguem ver os seus valores, a gente infelizmente não. Vemos mais o ruim do que o bom, mais as diferenças do que o que temos em comum. Temos muitas coisas para acrescentar para a humanidade, e muito a aprender. Na medida em que seguirmos esse processo, vamos aprender muito com ele, e haverá trocas saudáveis entre todos nós.


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